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dc.contributorFlôr, Claudio Rogerio de Andrade Orientador-
dc.contributor.authorBarbosa, João Batista-
dc.date.accessioned2018-02-14T18:58:43Z-
dc.date.available2018-02-14T18:58:43Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.urihttp://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/00000c/00000c77.pdf-
dc.identifier.urihttp://repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/29728-
dc.descriptionEGN:Monografia apresentada à Escola de Guerra Naval, como requisito parcial para conclusão do Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores - C-EMOS.en_US
dc.descriptionRESUMO Diversos documentos estratégicos publicados recente mente, juntamente com a Estratégia Nacional de Defesa, emprestam novo vigor à Indústri a de Defesa Nacional e sua Base Industrial de Defesa, coadunando-as com a busca pel a elevação da capacidade dissuasória do Estado brasileiro. Para tal, sua demanda por autono mia pode ser alavancada por diversos meios, dentre parcerias internacionais e contratos de offset, regulando transferência de tecnologia, bem como desenvolvimento nacional própr io. Nas últimas décadas tem se difundido em meio à sociedade acadêmica e empresari al uma postura pró-ativa ao setor de Defesa, germinando no seio da sociedade um novo sen timento de nacionalidade. A consolidação de ideais sociais e econômicos balizou sustentabilidade às aspirações nacionais por um posicionamento superior no cenário mundial. Os novos arranjos internacionais, frutos da globalização e dos fluxos de informação, transfo rmaram as relações entre os Estados. Ao tecer uma densa rede informacional contínua, a era da globalização e da informação gerou aumento da competitividade e produtividade, fundame ntados no poder do conhecimento, reorientando em direção à uma sociedade em rede e a o Estado em rede. Nesse contexto, o estabelecimento de parcerias internacionais carrega oportunidades e ameaças, como o apoio às pretensões brasileiras no cenário mundial e a desna cionalização do capital nacional, respectivamente. Neste sentido, o investimento em P esquisa, Desenvolvimento e Informação, bem como no reaparelhamento das Forças Armadas não deve ser contingenciado para que se permita agregar valor à visão estratégica brasileir a em fortalecimento a sua soberania e autodeterminação. Dessa forma será possível capacit ar o Estado em rede à plena conjugação de seu Poder Nacional, moldando sua face dissuasóri a, baseada na reestruturação, reaparelhamento das Forças Armadas e num planejamen to articulado do preparo da Mobilização Nacional.en_US
dc.publisherRio de Janeiro:EGN,pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectassuntos militares em geralpt_BR
dc.subjectciência militarpt_BR
dc.subject355pt_BR
dc.subjectT7 - ECONOMIA E INDÚSTRIA DE DEFESA (DGPM-305)pt_BR
dc.subjectBase industrial de ripcmb/25924pt_BR
dc.subjectEstratégia Nacional de Defesapt_BR
dc.subjectMobilização Nacionalpt_BR
dc.subjectsociedade em redept_BR
dc.titleA Indústria de Defesa no Brasil e o Estado em Rede/reflexões por autonomia e autoderminação rumo à Mobilização Nacional/João Batista Barbosa; orientador: Cláudio Rogério de Andrade Flôrpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso
Estudos Militares: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

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