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Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)

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dc.contributorReis, Alexandre Ricciardi dos-
dc.contributor.advisorReis, Alexandre Ricciardi dospt_BR
dc.contributor.authorArruda, Francisco Andrade de-
dc.date.accessioned2018-07-04T18:29:31Z-
dc.date.available2018-07-04T18:29:31Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/000011/000011d9.pdf-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/451637-
dc.descriptionA multiplicação da população litorânea, principalmente nos países mais pobres, potencializou o aumento de inúmeros problemas de ordem social,política e econômica e consequentemente levou ao crescimento do número de crises de menor envergadura o que tem representado uma séria ameaça à segurança e à estabilidade das relações internacionais. Nesse contexto, países como os Estados Unidos da América mudaram o foco de atuação do seu Poder Naval, privilegiando o emprego “a partir do mar”. Dentro dessa visão, surge a Projeção Anfíbia como forma de utilização do Poder Naval em projetar uma força anfíbia sobre um litoral de seu interesse. A Marinha do Brasil, por meio da sua doutrina, definiu a Projeção Anfíbia como uma modalidade de Operações Anfíbias, iniciando um debate quanto as possibilidades e limitações desse tipo de modalidade para o entorno estratégico Brasileiro, além da validação da mesma para o ambiente permissivo. Assim, o propósito deste trabalho é analisar os pontos relevantes do problema, e propor soluções, usando para isso a experiência das Marinha se dos Corpos de Fuzileiros Navais Estadunidense se Britânicos. Para isso, realizou-se uma pesquisa descritiva, apoiada em recursos bibliográficos e documentais, capazes de alavancar os argumentos e dar consistência às conclusões. Como apoio a pesquisa foram utilizadas as teorias da guerra limitada de Julian Corbett, a teoria das operações militares segundo os modelos de Booth e Grove, além do pensamento estratégico naval para o século XXI. Ao final da pesquisa, concluiu-se que há uma incompatibilidade entra a atual Doutrina Básica da Marinha e o conceito de emprego da Projeção Anfíbia, por não contemplar a utilização de uma Operação Anfíbia para o ambiente permissivo das Operações: de Paz, de Evacuação de Não Combatentes e de Ajuda Humanitária. Outra conclusão importante está relacionada ao entorno estratégico Brasileiro, estando a costa oeste Africana enquadrada nas três possibilidades de emprego estudadas.en_US
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectGuerra maritimapt_BR
dc.subjectOperações Militarespt_BR
dc.subjectOperações Navaispt_BR
dc.subjectOperações navais e treinamentopt_BR
dc.subjectCrisespt_BR
dc.subjectOperações Anfíbiaspt_BR
dc.subjectOperaçoes humanitariaspt_BR
dc.titleProjeção anfíbia como modalidade de operações anfíbias: possibilidades e limitações: relacionadas à Doutrina Básica da Marinha e ao entorno estratégico brasileiropt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
Appears in Collections:Operações Navais: Coleção de Trabalhos de Conclusão de Curso

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