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Título: O dragão, o samurai e o mar do Sul da China
Orientador(es): Rodrigues, Claudio Marin
Autor(es): Costa, Vinicíus de Almeida
Palavras-chave: T8 - ESTRATÉGIA NAVAL, ESTRATÉGIA MARÍTIMA E ESTRATEGIA NAVAL(DGPM 305)
Estratégia naval - China
Geopolítica - China, Mar do Sul da
Segurança Internacional - Japão
Data do documento: 2018
Editor: Escola de Guerra Naval - EGN
Descrição: O MSC constitui um espaço marítimo de importância quase atemporal. Desde tempos anteriores a Era das Navegações (por volta do século XV), conhecido como a porta de estrada da Ásia, suas águas forjaram o nascimento de importantes civilizações e foram o fio condutor do processo de formação social e política da Ásia. Assistiu e conduziu o apogeu tecnológico e político da China, governada pela Dinastia Ming entre 1368 e 1644. Foi à porta de entrada das principais potências ocidentais que acabaram por subjugar quase toda a Ásia durante o século XIX, ao passo que neste mesmo século assistiu o desabrochar do Japão enquanto uma grande potência apartir da Restauração Meiji (1868–1912). Muito mais do que recursos naturais, o MSC é a via por onde “tudo e todos passam”. Por uma questão de “sobrevivência”, seu controle e acesso eram e são elementos centrais na formulação de políticas externas e de segurança de unidades políticas do passado e do presente. Hoje, no século XXI, mais uma vez este espaço marítimo é palco de tensões e litígios entre Estados que buscam sobrevivência em um mundo cada vez mais dependente do comércio internacional, onde um terço deste comércio passa pelo MSC. Neste sentido, a República Popular da China e o Japão, a segunda e terceira maior economia, respectivamente, vêm escalando uma série de tensões pela necessidade de assegurar o acesso aos recursos presentes neste mar e a segurança das rotas comerciais que alimentam suas economias. Para isso, desenvolveram estratégias navais específicas para atender esses objetivos políticos
Abstract: The South China Sea is a maritime area of almost timeless importance. From the earliest times the Age of Navigations (about XV century), known as the gateway to Asia, its waters forged the birth of important civilizations and were the guiding thread of the process of social and political formation in Asia. It witnessed and led China's technological and political heyday, governed by the Ming Dynasty between 1368 and 1644. It was the gateway of the major Western powers that eventually subjugated almost all of Asia during the nineteenth century, while in this same century saw the blossoming of Japan as a great power from the Meiji Restoration (1868-1912). Much more than natural resources, the South China Sea is the way by which "everything and everyone goes". As a matter of "survival", its control and access were and are central elements in the formulation of external policies and security of political units of the past and the present. Today, in the 21st century, once again this maritime space is the scene of tensions and disputes between states that seek survival in a world increasingly dependent on international trade, where a third of this trade passes through the South China Sea. In this regard, the People's Republic of China and Japan, the second and third largest economies respectively, have been escalating a series of tensions over the need to ensure access to the resources present in this sea and the safety of trade routes that fuel their economies. To this end, they have developed specific naval strategies to meet these policy objectives.
URI: http://repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/844714
Aparece nas coleções:Defesa Nacional: Coleção de Dissertações

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