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Título: Bioinvasão e água de lastro: introdução de espécies exóticas na hidrovia Paraguai-Paraná
Orientador(es): Menegon, Melissa
Autor(es): Gomes, Marcus Vinicius Garla
Palavras-chave: Poluição de água
Poluição hídrica
Poluição marítima
Água de lastro
Poluição
Data do documento: 2015
Editor: Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA)
Descrição: O presente trabalho tem como objetivo realizar uma avaliação do risco e da situação de invasão de agentes exóticos e patogênicos (suas consequências para a economia e meio ambiente) através do gerenciamento da água de lastro e sedimentos de navios, pois o movimento global da água de lastro é, dentre diversos outros, um o principal vetor de transferência de tais organismos na atualidade. Segundo estimativas da IMO (Organização Marítima Internacional),são transportados de três a cinco bilhões de toneladas de águas entre os oceanos do mundo através de água de lastro por ano. As condições em que esse transporte é feito permite que não somente a água seja transportada pelo lastro dos navios, como também uma infinidade de organismos que, sobrevivendo dentro dos reservatórios, são deslocados para outros ambientes costeiros havendo mudança de hemisfério. Foram nessas condições em que o Brasil passou a ter contato com o Mexilhão Dourado. Trazendo extensos prejuízos, esse molusco possui reflexos diretos nos ecossistemas da Hidrovia Paraguai-Paraná e outros ecossistemas das grandes regiões de conexão do comércio internacional. É, portanto, pertinente que se tenha conhecimento das legislações nacional –NORMAM 20 (Norma da Autoridade Marítima) que trata do gerenciamento da água de lastro de navios em águas brasileiras –e internacional –Convenção Internacional para o Controle e Gerenciamento da Água de Lastro e Sedimentos de Navios –acerca da questão no sentido de entender os esforços dos governos para combater essa bioinvasão.
Abstract: This paper aims to conduct a risk assessment and situation of exotic and pathogens invasion (consequences for the economy and environment) through the ballast water management and sediment from ships, as the global movement of water Ballast is, among many others, one the main vector transfer of such organisms today. According to estimates by IMO (International Maritime Organization), are transported three to five billion tons of water between the oceans of the world in ballast water per year. The conditions under which such transport is done not only allows water to be transported by ballast of ships, as well as a multitude of organisms that survive in the reservoirs, are shifted to other coastal environments it moves hemisphere. They were in this condition when Brazil started to have contact with the Golden Mussel. Bringing extensive damage, this clam has a direct impact on the ecosystem of the Paraguay-Paraná Waterway and other ecosystems of great connection regions of international trade. It is therefore relevant to have knowledge of national laws -20 NORMAN (Norma Maritime Authority) dealing withballast water management vessels in Brazilian waters -and international -International Convention for the Control and Management of Ballast Water and Sediment Ships -on the issue in order to understand the efforts of governments to combat this bioinvasion.
URI: http://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/00000b/00000b5b.pdf
http://repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/451516
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