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Título: Teste toxicológico utilizando Artemia salina e diferentes linhagens de Chattonella subsalsa
Autor(es): Garcia, Nara de Azevedo
Salomon, Paulo Sérgio
Gonzalez Rodriguez, Eliane
Workshop REDEALGAS, 006., 2019, Arraial do Cabo (RJ)
Palavras-chave: V – CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
V5 - ECOLOGIA MARINHA
Data do documento: 2017
Editor: Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira
Descrição: O gênero Chattonella já foi citado como causador da mortandade de peixes em diversas partes do mundo e em especial a espécie C. subsalsa pode estar associada a eventos de mortandade dos mesmos na Baía de Guanabara (RJ). Essa mortandade é atribuída a uma substância tóxica, a brevetoxina, que além de afetar a fauna local, é causadora de NSP (neurotoxic shellfich poisoning). O presente estudo realizou um teste toxicológico, utilizando como organismo teste o microcrustáceo Artemia salina, para avaliar a toxicidade de seis diferentes linhagens da rafidofícea C. subsalsa. Os testes foram realizados em triplicata (fase estacionária e decaimento) e consistiram em expor náuplios de A. salina a células vivas das seis linhagens de C. subsalsa, em diferentes concentrações. Os testes utilizaram recipientes plásticos de 50 mL e nestes foram colocados, aproximadamente, 20 náuplios. Na fase exponencial foram utilizadas concentrações de células (4, 8, 20, 30 e 38 mL) tão elevadas que, em todas as unidades experimentais das seis linhagens a mortandade de náuplios foi acima de 50% em 24 horas de exposição. Devido a isto, nas fases estacionária e na de decaimento foram utilizadas concentrações menores (0,4, 2, 4, 8, 10 e 20 mL). Na fase estacionária, a linhagem considerada menos tóxica foi a CCMR0023. Já a considerada mais tóxica foi a linhagem CCMR0026. Na fase de decaimento a linhagem CCRM0026 foi a que apresentou a maior toxicidade e as linhagens CCMR0024 e CCMR0025 foram as menos tóxicas, pois não apresentaram mortandade acima de 50% em nenhuma das concentrações. Como na fase exponencial foram utilizadas concentrações de cultura diferentes das outras fases, não é possível afirmar ainda qual fase do crescimento celular é a mais tóxica, mas foi possível verificar que todas as linhagens possuem toxicidade. Diante do exposto acima, é notável a necessidade de mais estudos toxicológicos de diferentes espécies potencialmente nocivas e de suas diferentes linhagens.
URI: http://repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/844600
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